Existe uma pergunta que quase todo consumidor já fez: por que é tão difícil parar no primeiro doce? A resposta vai além do gosto pelo açúcar. O consumo de guloseimas ativa circuitos de recompensa no cérebro, liberando dopamina — o neurotransmissor associado ao prazer.
Mas não é só a química que explica o fenômeno. Textura, formato e tamanho também influenciam. Produtos pequenos e individualizados criam a sensação de “só mais um”, reduzindo a percepção de excesso. Essa dinâmica favorece consumo contínuo e, consequentemente, recompra.
Além disso, contrastes de sabor — doce com azedinho, cremoso com crocante — mantêm o interesse ativo. O cérebro responde melhor a estímulos variados, e isso prolonga a experiência.
Do ponto de vista comercial, entender esse comportamento permite trabalhar mix estratégico. Oferecer variedade dentro da mesma categoria estimula experimentação múltipla.
Outro fator relevante é o contexto emocional. Muitas compras de doces estão ligadas à recompensa após esforço ou à busca por conforto em dias intensos.
Na Castelo das Balas, diversidade de sabores e texturas amplia as possibilidades de escolha — e transforma cada visita em descoberta.














