A pergunta é provocativa, mas revela algo importante. Embora o açúcar ative mecanismos de prazer, o consumo de doces está muito mais associado à construção de memórias do que à dependência real.
O doce acompanha aniversários, festas escolares, encontros familiares e pequenas conquistas. Ele se torna marcador de momentos.
Essa ligação emocional cria recorrência de compra ao longo dos anos.
Produtos tradicionais permanecem relevantes porque carregam histórias.
Para o varejo, entender essa dimensão afetiva é estratégico.
Na Castelo das Balas, cada produto pode representar uma lembrança ou a criação de uma nova.














